20 de setembro de 2016

15 Fatos Sobre a Maconha que Você Provavelmente não Sabe

1.Tem muitos nomes

Mary Jane, Base, Maria Joana, Erva, Madeira, Beck, Chá, Clone, Skunk, Liamba, Maconha. Apelidos de lado, grande parte do mundo chama a Cannabis, planta psicotrópica pelo seu nome científico, e até o início do século 20 nós também chamávamos assim.

2. Veio de longe

Mais de cem anos atrás, no entanto, o termo maconha tornou-se mais comum no Brasil. “Maconha” provém do termo kimbundo (língua africana) ma’kaña. Já “Liamba” provém do termo kimbundo “liamba”. “Cânhamo” provém do termo castelhano cáñamo. Esta afirmativa nos mostra que a nossa Cannabis veio ao Brasil trazida pelos negros africanos e está presente desde o começo em nossa sociedade.

3. Agora está explicado os olhos

A palavra marijuana e todas as suas variantes ortográficas, no entanto, pode não ter raízes latino-americanas. Alguns pesquisadores têm argumentado a palavra se originou na China, onde ma ren e ma hua se referem a diferentes partes da planta, porém esse estudo ainda não está totalmente explicado.

 

4. Viajou o mundo todo

De qualquer forma a cannabis originou-se na Ásia, embora pesquisadores que realizaram uma pesquisa genética em 2015 atestam que essa informação “permanece mal compreendida”. Contudo no século 21 já se encontra maconha na maioria dos países do mundo e a tendência é esse número aumentar!

5. É muito velha

Nós sabemos que os seres humanos têm cultivado cannabis durante pelo menos 6.000 anos e possivelmente o dobro desse tempo, sendo uma das primeiras plantas a serem cultivadas pelo homem. Por suas qualidades na produção de tecido, papel e também medicinal, a Cannabis já é reconhecida mundialmente como uma das plantas mais produtivas e utilizadas em todo o mundo!

6. Esses asiáticos realmente estão na frente

A primeira evidência de cultivo da planta vem do Leste Asiático, onde os caules foram utilizados para fibras e os frutos consumidos. Mas a cannabis também é mencionada no pen-ts’ao ching, farmacopeia mais antiga do mundo, que foi compilado a partir de tradições chinesas que datam de 2700 a.C.

 

7. Medicina natural

De acordo com o texto antigo, a cannabis foi usada para aliviar as condições que vão desde a constipação à malária, e que as suas qualidades alucinógenas também foram anotadas, seu uso medicinal atualmente têm gerado muitos estudos e recentemente foi descoberto que seus cannabinóides atuam diminuindo as crizes convulsivas de portadores de eplepsia e também auxilia em muitas outras doenças como câncer, parkinson e esclerose multipla.

8. Faraó saiu da tumba

Cannabis também é mencionada no Talmud, antigo texto fundamental do Judaísmo, e foi encontrada evidência de seu pólen ou óleo em vários túmulos egípcios antigos, incluindo a do faraó Ramsés II.

 

9. Medicina espititual

Heródoto, historiador grego, documentou o uso da planta cannabis em rituais.

 

10. Salva vidas

CBD, um canabinóide anti-inflamatório, é considerado a substância ativa mais útil para o uso de maconha medicinal. Em 2011, pesquisadores israelenses produziram uma planta carregada com CBD especificamente para uso terapêutico.

 

11. Qual o número da pizzaria?

O uso de maconha para fins recreativos é notoriamente associado com a fome, mas um estudo de 2014 documentado que a ingestão de longo prazo da planta fez com que ratos começassem a comer menos e consequentemente perderam peso – pelo menos em um ambiente de laboratório, sem acesso a Doritos, pizza e hambúrgueres.

 

12. George Washington cultivou maconha.

Washington escreveu em letras em mais de uma ocasião em que ele cultivou maconha. Muitos hoje suspeitam que ele fumava maconha para aliviar a dor causada por sua dentadura no século 18.

 

13. A primeira coisa comprada e vendida online foi um saco de maconha.

Em 1971, os estudantes da Universidade de Stanford usaram contas Arpanet no Laboratório de Inteligência Artificial da universidade para se envolver na primeira transação de comércio eletrônico do mundo.

14. Quase nada

De acordo com um estudo realizado na faculdade de Washington EUA, somente 9% dos usuários se tornam clinicamente dependentes. (Cigarro é 31,9%)

 

15. 144% menos letal que o álcool

Estudos após estudos continuam confirmando que a maconha é menos letal que o álcool e o cigarro.

 

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